Às vezes por mais que você brilhe e dê as respostas a todas as perguntas, você é feito invisível.
Entendeu? Então pensa nisso!
sábado, 7 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Foto do dia – Maturidade
Saudações meus caros leitores!! Sigo com a nova linha de tópicos embasados numa fotografia de minha autoria à qual permite alguma forma de reflexão. No caso de hoje, uma foto simples que tirei em casa quando vi uma banana madura entre dois cachos de banana ainda verdes. O resultado; uma fotografia com uma estética evidenciando a diferenciação.
Olhando então para essa fotografia e, com base em eventos que venho vivendo (na verdade durante a minha vida toda, mas que ultimamente vem se repetindo), entrei nesta reflexão que pretendo discutir hoje; por que hoje em dia a maturidade é algo tão raro?Sei que existem várias formas de maturidade e a humanidade preza por esse valor, mas o conceito é mais teórico que prático e na maioria dos casos, a maturidade em tomar as decisões corretas pensando no ideal a si mesmo e principalmente ao próximo... Parte onde a maioria costuma revelar sua imaturidade! E creio que nem preciso falar que o mundo está cheio disso né?! Mentiras, meias-verdades, falsidade... Propostas ruins são as mais comuns hoje em dia, mesmo que disfarçadas de boas ações, como se as bananas verdes estivessem se pintando e amarelo.
É possível melhorar? Sim! Mas infelizmente, diferente de bananas, ou muitos nunca amadurecem ou apodrecem de vez, pulando a fase de maturidade. Mas “e os maduros”, você já deve ter se perguntado e digo; assim como na foto, eles são poucos!! Assim como na foto também, se você olhar rápido ou não prestar atenção, você não vai notar o quanto eles se destacam dos outros, não vai sequer notar sua beleza! Eles são poucos, mas estão por ai, demonstrando em pequenos gestos quem eles são, mas como muitas pessoas sequer tentam notar os gestos verdadeiros (entendo também que em meio a tantos falsos, um que seja real pode ficar um tanto escondido pelos outros), muitos acabam por decepção apodrecendo também!
Temos de reparar mais nos detalhes que estão à nossa volta... Nos pequenos gestos verdadeiros que se destacam entre outros por serem reais e valorizar isso! Se você de alguma forma entendeu o que eu quis dizer, pensa nisso!!
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Foto do dia - Smile
Smile
(Charles Chaplin)
"Smile,
Though your heart is aching
Smile,
Even though it's breaking,
When there are clouds in the sky, you'll get by
If you smile
Through your fears and sorrow, smile
And maybe tomorrow
You'll see the sun come shining through for you
Light up your face with gladness,
Hide ev'ry trace of sadness,
Altho' a tear may be ever so near,
That's the time you must keep on trying,
Smile,
What's the use of crying,
You'll find that life is still worhwhile,
If you just smile"
(Charles Chaplin)
"Smile,
Though your heart is aching
Smile,
Even though it's breaking,
When there are clouds in the sky, you'll get by
If you smile
Through your fears and sorrow, smile
And maybe tomorrow
You'll see the sun come shining through for you
Light up your face with gladness,
Hide ev'ry trace of sadness,
Altho' a tear may be ever so near,
That's the time you must keep on trying,
Smile,
What's the use of crying,
You'll find that life is still worhwhile,
If you just smile"
Saudações, caros e fieis leitores! No intuito de manter o blog atualizado apesar da correria e falta de tempo, decidi por em prática uma idéia já um tanto antiga para o blog e que hoje me foi encorajada pela Ju (obrigado!) que é de postar algumas de minhas fotos artísticas ou com sentido variável para cada pessoa (aceito também quem as considera como “sem sentido”, afinal, também é uma consideração) e, portanto hoje publico nesta estréia de uma nova categoria de postagens uma de minhas favoritas; um smile atrás das grades. A qualidade da fotografia não é das melhores e me desculpo por isso, mas é uma fotografia de celular, ou seja, fiz o que deu no momento.
É uma foto que pode gerar muitas interpretações e não vou citar todas elas, pois, deixo aos meus leitores que suas imaginações os liderem por um passeio embasado nesta imagem! Num geral, a idéia mais simples que costumamos pensar é o paradoxo de estar preso e ainda assim sorrir... Seja por como aparentamos erroneamente o que sentimos e assim criamos um disfarce do que realmente sentimos ou como conseguimos sorrir apesar das barreiras que ao acreditar podemos superar... Prefiro pensar na segunda opção, uma vez que não acredito em limites, mas, como disse antes, caro leitor, deixo pra você pensar nisso!!
É uma foto que pode gerar muitas interpretações e não vou citar todas elas, pois, deixo aos meus leitores que suas imaginações os liderem por um passeio embasado nesta imagem! Num geral, a idéia mais simples que costumamos pensar é o paradoxo de estar preso e ainda assim sorrir... Seja por como aparentamos erroneamente o que sentimos e assim criamos um disfarce do que realmente sentimos ou como conseguimos sorrir apesar das barreiras que ao acreditar podemos superar... Prefiro pensar na segunda opção, uma vez que não acredito em limites, mas, como disse antes, caro leitor, deixo pra você pensar nisso!!
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Mídias e paradoxos de conexão.
Pois bem, eu sei que ando deixando o blog um tanto defasado de atualizações, mas peço desculpas aos meus leitores e justifico com o fato de que vem me faltado tempo e aproveito para agradecer a paciência e inclusive as cobranças que às vezes recebo para atualizar o blog (fico muito contente com estas)!!O tema de hoje eu já tinha em mente há um com tempo, mas a correria o deixou apenas à espera de um desenvolvimento que hoje, graças ao meu amigo Caio (obrigado!), decidi elaborar! Somo também a isso alguns fatores que venho vivenciando e agradeço às pessoas envolvidas nisso também!
O fato é que, olhe você, caro leitor à sua volta e perceba com quantas mídias você está interagindo no seu dia-a-dia! Mídias são nada mais que os meios pelos quais ocorre qualquer forma de comunicação, desde a mais primitiva fala à internet pela qual você lê este artigo; as mídias estão em todos os lugares mesmo, até porque se você tem o costume de assim como eu, por exemplo, ouvir musica ou rádio enquanto toma banho ou qualquer coisa semelhante, mesmo no banheiro você está ligado a uma mídia. Facilidades da vida moderna? Com certeza! A humanidade criou tantas mídias que distâncias tornaram-se mínimas, uma vez que você pode morar no Brasil, conversar no MSN com uma amiga na Itália, jogar um jogo em multiplayer com um americano e a noite se diverte com o vídeo de um japonês que fez algo maluco e muito interessante que só japoneses fazem! Distâncias não são mais barreiras e a globalização é algo cada vez mais banal, onde esse tipo de coisa não é mais exclusivo das classes altas. Obvio que infelizmente crianças famintas na África não se incluem ainda nesse quadro, até porque a alimentação é algo prioritário se comparado à internet para eles, mas isso seria outra discussão.
E o que ocorre com as gerações que nasceram nesse meio em que toda essa conectividade é tão comum? Isso pode dar em inúmeras reflexões, mas vamos a mais comum e motivo de reclamação de muitos; alienação. É comum às pessoas das gerações mais recentes ter sua vida social exclusiva à internet e fica claro que as mídias que são criadas para aproximar muitas vezes distanciam as pessoas... FATO! Mas, como prefiro fazer, evitando parcialidade, deixo um outro argumento; as pessoas podem sim se isolarem do mundo e as dificuldades que a vida social apresenta são um grande incentivo para isso, mas reconhecer que a melhor, mais antiga e geralmente mais a prova de falhas das mídias que existem é a fala; o contato humano que envolve ver a pessoa, dialogar, etc. Essa mídia não morre, independente de qualquer outra e creio também que a internet, por exemplo, também é outra mídia imortal (podendo ter suas alterações, obviamente). Dentre tantas mídias e possibilidades de se conectar com o mundo e as pessoas, é possível sim e é comum (sei que poderia ser em maior escala) que as pessoas sejam multi-mídia, relacionando-se com o mundo das várias formas que pode desfrutar!
Vão existir pessoas se alienando e utilizando meios que deveriam aproximar para distanciar? Sim, sempre! Se alguém pode fazer isso mesmo sem mídia alguma, com elas então nem se fala, mas não significa que devemos crer que vamos todos nos ligar a computadores e viver numa Matrix... Ou não? Provável (e espero) que não!
Considerando tudo isso, uma vez que você, caro leitor, teve nesta leitura uma reflexão sobre as mídias à sua volta que vão desde a conversa com sua família, o programa de TV que você assistiu, o telefone que você usou para contatar alguém distante, a internet que você usa neste momento para ler este artigo, veja que você não tem limites e aproveite disso, utilizando tanto das novas mídias quanto das antigas que se aperfeiçoaram! Viva o que todos os meios lhe permitem e não deixe que distâncias sejam barreiras, pois, quando vale a pena, nenhum caminho é longe o bastante que não possa ser percorrido e, nos dias de hoje a conexão ta beeem mais fácil, então, pensa nisso!!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Teoria da asfixia por leitura + Teoria do gato flutuante

Olá a todos os leitores deste meu blog! Sei que neste blog o assunto geral não é algo fixo, portanto tento variar um pouco e sei também que as teorias doidas fazem certo sucesso e, como ultimamente o tema tem sido muito centralizado em pensamentos e sentimentos, sei que eu estava devendo uma animada na coisa, então vamos lá!!
Eu estive pensando no que postar nesse gênero, mas admito que não estava em plenas idéias, até porque as teorias que eu tinha precisavam ser desenvolvidas antes de publicadas, então hoje em uma aula sobre leitura, expressão oral e etc., conversando com meu caro amigo Mendes, surgiu algo que decidi postar e ainda completar com um bônus um tanto famoso!
O fato é que, quando se lê um texto em voz alta, lendo para outra(s) pessoa(s), existem muitas técnicas que um orador deve conhecer, entre elas, fazer bom uso dos recursos do texto que se encontra na pontuação. Através de vírgulas e pontos, o texto ganha vida e tom, além do que nos é ensinado desde pequenos como os “intervalos para respirar”. Com base nisso, pense no que aconteceria se alguém pegasse um texto sem pontuação alguma e o lesse exatamente da forma que está escrito, sem intervalos nem nada? Será possível morrer de asfixia por falta e intervalos para respirar turante um texto? É um experimento e tanto e gostaria de colocá-lo à prova! Mais abaixo, redigi um texto sobre uma teoria já um tanto comum mundo a fora que é a do gato flutuante (que é o bônus do post de hoje), porém, o deixei sem pontuação alguma e, gostaria então que você, caro leitor, participasse do experimento de ler o texto na íntegra da forma que está escrito para saber se é possível morrer de falta de ar pela falta de pontuação! Um pouco sádico? Talvez... Mas pense que se você morrer foi por uma causa nobre (ciência), além de que, se meu blog cometer um homicídio em massa nesse experimento, isso provavelmente sairá nos jornais e nisso consigo pensar em mais dois aspectos positivos; seu nome sairá nos jornais e eu saberei com precisão quantas pessoas lêem meu blog! Tudo bem que terei de arrumar novos leitores, mas pensarei nos detalhes depois... Vamos ao teste!!!
Eu estive pensando no que postar nesse gênero, mas admito que não estava em plenas idéias, até porque as teorias que eu tinha precisavam ser desenvolvidas antes de publicadas, então hoje em uma aula sobre leitura, expressão oral e etc., conversando com meu caro amigo Mendes, surgiu algo que decidi postar e ainda completar com um bônus um tanto famoso!
O fato é que, quando se lê um texto em voz alta, lendo para outra(s) pessoa(s), existem muitas técnicas que um orador deve conhecer, entre elas, fazer bom uso dos recursos do texto que se encontra na pontuação. Através de vírgulas e pontos, o texto ganha vida e tom, além do que nos é ensinado desde pequenos como os “intervalos para respirar”. Com base nisso, pense no que aconteceria se alguém pegasse um texto sem pontuação alguma e o lesse exatamente da forma que está escrito, sem intervalos nem nada? Será possível morrer de asfixia por falta e intervalos para respirar turante um texto? É um experimento e tanto e gostaria de colocá-lo à prova! Mais abaixo, redigi um texto sobre uma teoria já um tanto comum mundo a fora que é a do gato flutuante (que é o bônus do post de hoje), porém, o deixei sem pontuação alguma e, gostaria então que você, caro leitor, participasse do experimento de ler o texto na íntegra da forma que está escrito para saber se é possível morrer de falta de ar pela falta de pontuação! Um pouco sádico? Talvez... Mas pense que se você morrer foi por uma causa nobre (ciência), além de que, se meu blog cometer um homicídio em massa nesse experimento, isso provavelmente sairá nos jornais e nisso consigo pensar em mais dois aspectos positivos; seu nome sairá nos jornais e eu saberei com precisão quantas pessoas lêem meu blog! Tudo bem que terei de arrumar novos leitores, mas pensarei nos detalhes depois... Vamos ao teste!!!
Teoria do Gato Flutuante:
De acordo com a lei de Murphy quando um pão torrada biscoito ou qualquer semelhante tem em uma de suas duas superfícies algum tipo de complemento como a manteiga geléia algum tipo de pasta ou semelhantes equivalentes o mesmo pão torrada biscoito ou o que for se sob efeito da gravidade ir em direção ao chão com toda certeza irá atingir o mesmo caído com o lado que possuía seu complemento que pode ser a manteiga geléia pasta ou semelhante virado para o chão o mesmo se da com os gatos felis catus que em situação de queda caem em pé ambos os experimentos são diariamente comprovados pelas adversidades que a vida nos prega aos pães e semelhantes ou gatos portanto isso é fato analisando portanto essas verdadeiras regras da física encontramos um porém que se pode comparar a uma falha no sistema o gato flutuante o gato flutuante consiste em amarrar um gato que possui seu centro gravitacional nas patas ou seja terá suas patas atraídas para o chão a um pedaço de pão ou qualquer semelhante com uma de suas superfícies coberta de manteiga ou qualquer equivalente tendo seu centro gravitacional no lado coberto nas costas do gato o que acontece neste caso é que existirão dois pontos atraídos para o chão onde um anulará o outro e desta forma o gato devidamente amarrado ao pão ou semelhante conforme dito terá sua gravidade desativada e com isso o mesmo irá flutuar como que por mágica a ciência nos afirma por sua vez que isso é apenas resultado deste detalhe da física que costuma passar despercebido mas que após um grande esforço em escrever sem pontuação alguma e creia que isso me dói muito quero lhe agradecer por ter lido o texto inteiro e peço que comente caso tenha sobrevivido além de obviamente lhe pedir que pense nisso!
sábado, 5 de setembro de 2009
Mais palavras refelxivas...
Olá a todos, ou ao menos aos que por algum motivo ainda entram em meu blog desatualizado há meses. Mas o que são meses eu pergunto?! Um grande intervalo de tempo que nos testa as crenças ou apenas um intervalo para destruí-las? Eu sempre acreditei que o tempo é apenas uma ilusão de espaço, mas nem por isso ele deixa de ser complicado. Pode ser que valha a pena e pode ser que não! Pode ser que aprenderemos algo com ele e pode ser que não! Pode ser que o destino faça isso para nos preparar para um futuro (“após a tempestade vem a bonança”) ou pode ser que ele é apenas um humorista sádico que nos momentos ruins nos da caminhos piores para que um dia algo extremamente bom lhe aconteça para que então repentinamente isso lhe seja tirado, causando sofrimento igual ou maior.
Conversando com uma amiga minha, tentamos entender o porque sofremos tanto com coisas das quais sabemos os motivos e simplesmente não conseguimos mudar, a conclusão basicamente foi o fato de que somos o que somos! Todas as crenças que tenho eu não consigo evitar e os meus sonhos eu não consigo deixar de me importar e mesmo sabendo que não se importar torna tudo mais fácil, sei que não posso mudar! Não que seja impossível mudar quem somos, até porque somos feitos de cicatrizes, mas não devemos nos tornar apáticos, pois antes sofrer por ser quem somos que nos tornarmos mais um em meio à multidão.
O sofrimento é difícil? Sim! Mas ensina enquanto testa nossa resistência. Se o final disso tudo vai ser bom ou ruim? Não sei, afinal, são muitas as possibilidades, mas nunca deixarei de tentar e a qualquer reciprocidade que demonstre valer a pena, meus esforços não terão sido em vão, portanto, não mudo quem sou nem mudo minhas dores. Sou único em minha singularidade, fiel em minhas crenças, batalho ao que possa valer e sincero suficiente para dizer tudo o que sinto e devo, inclusive estas palavras que podem ou não lhes fazer sentido, então se fizer, pensa nisso!
Créditos a todos que me ajudaram nos momentos difíceis, não me abandonaram apesar de meus problemas (que esse ano ta difícil) e me incentivaram a voltar a escrever no blog. Daniel, Dih, Thamy, Lê, Ana, Mi, Mendes, Claus, Déia (me desculpe se esqueci de citar alguém)... Obrigado!
Conversando com uma amiga minha, tentamos entender o porque sofremos tanto com coisas das quais sabemos os motivos e simplesmente não conseguimos mudar, a conclusão basicamente foi o fato de que somos o que somos! Todas as crenças que tenho eu não consigo evitar e os meus sonhos eu não consigo deixar de me importar e mesmo sabendo que não se importar torna tudo mais fácil, sei que não posso mudar! Não que seja impossível mudar quem somos, até porque somos feitos de cicatrizes, mas não devemos nos tornar apáticos, pois antes sofrer por ser quem somos que nos tornarmos mais um em meio à multidão.
O sofrimento é difícil? Sim! Mas ensina enquanto testa nossa resistência. Se o final disso tudo vai ser bom ou ruim? Não sei, afinal, são muitas as possibilidades, mas nunca deixarei de tentar e a qualquer reciprocidade que demonstre valer a pena, meus esforços não terão sido em vão, portanto, não mudo quem sou nem mudo minhas dores. Sou único em minha singularidade, fiel em minhas crenças, batalho ao que possa valer e sincero suficiente para dizer tudo o que sinto e devo, inclusive estas palavras que podem ou não lhes fazer sentido, então se fizer, pensa nisso!
Créditos a todos que me ajudaram nos momentos difíceis, não me abandonaram apesar de meus problemas (que esse ano ta difícil) e me incentivaram a voltar a escrever no blog. Daniel, Dih, Thamy, Lê, Ana, Mi, Mendes, Claus, Déia (me desculpe se esqueci de citar alguém)... Obrigado!
sexta-feira, 12 de junho de 2009
De que adianta o romantismo?
Olá a todos! Antes de iniciar este post, devo alertá-los de que em conseqüência de meu humor um tanto alterado nesses dias que vem se passando, possivelmente o post de hoje pode chegar a ser até “desagradável” para alguns e, portanto, me desculpo por isso.
O post de hoje é de certa forma uma continuação ao meu post anterior; “a morte do romantismo” que não teve nenhum tipo de retorno porque as pessoas são preguiçosas demais para ler (em pensar que eu tinha muito mais a falar, mas me contive) e por isso o de hoje será mais breve.
Devo lembrar também que existem casais felizes e etc. e não estou falando desses casos, assim como também não abandonei minhas crenças, mas o post de hoje ta mais para um desabafo de alguém que ainda procura sua felicidade, afinal, nesse mundo estranho de hoje, a coisa ta difícil. Por tal razão, escrevi um poema (curto o suficiente para que possa ser lido) representando como eu me sinto em relação à como o romantismo morre a cada dia que passa e que possivelmente seja suficiente para as pessoas pensarem nisso!
De que adianta o romantismo?
"De que adianta o romantismo
Se nessa crença só encontro sofrimento?
A realidade segue sua rotina
E ouço sempre o mesmo argumento;
Todos buscam amor,
Todos buscam sinceridade,
Mas como alguém que busca o mesmo
Percebo que esta busca não é verdade,
Pois quando compartilho o que sinto
Não há reciprocidade.
De que adianta o romantismo
Se nessa crença só encontro sofrimento?
Talvez apenas para ser único
E morrer por um sentimento.
Em sonhos sobre amor
Que consomem minha vitalidade,
No caminho do dia-a-dia,
No anseio por uma possibilidade,
Sinto-me uma mera carcaça
À qual se esvai a felicidade."
(Gabriel “Gunnar” Bhering)
O post de hoje é de certa forma uma continuação ao meu post anterior; “a morte do romantismo” que não teve nenhum tipo de retorno porque as pessoas são preguiçosas demais para ler (em pensar que eu tinha muito mais a falar, mas me contive) e por isso o de hoje será mais breve.Devo lembrar também que existem casais felizes e etc. e não estou falando desses casos, assim como também não abandonei minhas crenças, mas o post de hoje ta mais para um desabafo de alguém que ainda procura sua felicidade, afinal, nesse mundo estranho de hoje, a coisa ta difícil. Por tal razão, escrevi um poema (curto o suficiente para que possa ser lido) representando como eu me sinto em relação à como o romantismo morre a cada dia que passa e que possivelmente seja suficiente para as pessoas pensarem nisso!
De que adianta o romantismo?
"De que adianta o romantismo
Se nessa crença só encontro sofrimento?
A realidade segue sua rotina
E ouço sempre o mesmo argumento;
Todos buscam amor,
Todos buscam sinceridade,
Mas como alguém que busca o mesmo
Percebo que esta busca não é verdade,
Pois quando compartilho o que sinto
Não há reciprocidade.
De que adianta o romantismo
Se nessa crença só encontro sofrimento?
Talvez apenas para ser único
E morrer por um sentimento.
Em sonhos sobre amor
Que consomem minha vitalidade,
No caminho do dia-a-dia,
No anseio por uma possibilidade,
Sinto-me uma mera carcaça
À qual se esvai a felicidade."
(Gabriel “Gunnar” Bhering)
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