segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Sozinho no mundo

Olá novamente, caros e raros leitores. Estou aqui nesta madrugada de primeiro de dezembro escrevendo um post que sinceramente não espero que seja compreendido, sendo mais um daqueles que eu apenas falo de alguma sensação que possivelmente alguém possa entender, mesmo que de uma forma diferente, afinal, não espero que alguém me compreenda e acho mais racional manter assim em prol de minha sanidade.

O que você faria se descobrisse estar sozinho no mundo? Vivendo em algo utópico, sendo o único, sem mais ninguém à sua volta? Podemos crer que pode haver outros, ou mesmo crer que haverá algum dia. Podemos nos afeiçoar ao irreal para forjar sensações inexistentes ou até mesmo por nossas crenças em um poder maior. Tudo à sua volta pode ser fictício e você pode acreditar nisso ou aceitar a mentira e sangrar com cada corte que a realidade lhe fará!
O que você faria se descobrisse não pertencer a lugar algum? Simplesmente sendo uma carcaça exclusa de qualquer canto que possa parecer aconchegante. Você busca a paz e caminha para ela, de lado a lado, percorrendo possibilidades que talvez nunca encontre.
As vezes, não ter o seu lugar é praticamente como não existir. Por mais que você seja concreto, esteja onde for e que suas atitudes façam diferença, você está sozinho no mundo; perdido numa terra devastada por mentiras que você cria para se proteger e quem sabe se fortalecer, até que uma hora tudo se sobrecarrega e lhe bate aquela vontade de vomitar todos aqueles sonhos que lhe acorrentam. E sim, isso dói muito!
Por que nos deixamos tornar a tal amargura? Por que cremos? Porque pode ser possível realizar os sonhos?! Talvez... A única certeza é que existem apenas duas opções de caminhos; abandonar os sonhos e virar mais um indivíduo que agora não está mais sozinho, mas faz parte duma vastidão de pessoas que como você, em algum momento deixaram de acreditar ou; conviver com as conseqüências e angustias daqueles poucos que ainda crêem ser possível, vivendo um simplório e doloroso sonho de que um dia você sairá desse universo de solidão e tornará real as suas expectativas, talvez conseguindo compartilhar com alguém aquilo que você gritava nas ruas desertas mas que ninguém estava presente para ouvir... É (muito) difícil, mas cabe a nós permitir tentar!
Sonhos doem sim e podem nos trazer inúmeros pesadelos que não nos permitem dormir até que os realizemos, mas é melhor que desistir de crer e talvez nunca ter tentado aquela uma possibilidade que poderia tornar tudo real... As vezes, aquela uma possibilidade completamente singular, possivelmente incomum que parecia verdadeira e talvez até verdadeira demais pode ser a resposta que nem sempre percebemos...
Não espero que todos entendam isso, mas se você entendeu, pensa nisso!!

sábado, 7 de novembro de 2009

Invisível

Às vezes por mais que você brilhe e dê as respostas a todas as perguntas, você é feito invisível.
Entendeu? Então pensa nisso!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Foto do dia – Maturidade

Saudações meus caros leitores!! Sigo com a nova linha de tópicos embasados numa fotografia de minha autoria à qual permite alguma forma de reflexão. No caso de hoje, uma foto simples que tirei em casa quando vi uma banana madura entre dois cachos de banana ainda verdes. O resultado; uma fotografia com uma estética evidenciando a diferenciação.
Olhando então para essa fotografia e, com base em eventos que venho vivendo (na verdade durante a minha vida toda, mas que ultimamente vem se repetindo), entrei nesta reflexão que pretendo discutir hoje; por que hoje em dia a maturidade é algo tão raro?
Sei que existem várias formas de maturidade e a humanidade preza por esse valor, mas o conceito é mais teórico que prático e na maioria dos casos, a maturidade em tomar as decisões corretas pensando no ideal a si mesmo e principalmente ao próximo... Parte onde a maioria costuma revelar sua imaturidade! E creio que nem preciso falar que o mundo está cheio disso né?! Mentiras, meias-verdades, falsidade... Propostas ruins são as mais comuns hoje em dia, mesmo que disfarçadas de boas ações, como se as bananas verdes estivessem se pintando e amarelo.
É possível melhorar? Sim! Mas infelizmente, diferente de bananas, ou muitos nunca amadurecem ou apodrecem de vez, pulando a fase de maturidade. Mas “e os maduros”, você já deve ter se perguntado e digo; assim como na foto, eles são poucos!! Assim como na foto também, se você olhar rápido ou não prestar atenção, você não vai notar o quanto eles se destacam dos outros, não vai sequer notar sua beleza! Eles são poucos, mas estão por ai, demonstrando em pequenos gestos quem eles são, mas como muitas pessoas sequer tentam notar os gestos verdadeiros (entendo também que em meio a tantos falsos, um que seja real pode ficar um tanto escondido pelos outros), muitos acabam por decepção apodrecendo também!
Temos de reparar mais nos detalhes que estão à nossa volta... Nos pequenos gestos verdadeiros que se destacam entre outros por serem reais e valorizar isso! Se você de alguma forma entendeu o que eu quis dizer, pensa nisso!!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Foto do dia - Smile

Smile
(Charles Chaplin)

"Smile,
Though your heart is aching
Smile,
Even though it's breaking,
When there are clouds in the sky, you'll get by
If you smile
Through your fears and sorrow, smile
And maybe tomorrow
You'll see the sun come shining through for you
Light up your face with gladness,
Hide ev'ry trace of sadness,
Altho' a tear may be ever so near,
That's the time you must keep on trying,
Smile,
What's the use of crying,
You'll find that life is still worhwhile,
If you just smile"
Saudações, caros e fieis leitores! No intuito de manter o blog atualizado apesar da correria e falta de tempo, decidi por em prática uma idéia já um tanto antiga para o blog e que hoje me foi encorajada pela Ju (obrigado!) que é de postar algumas de minhas fotos artísticas ou com sentido variável para cada pessoa (aceito também quem as considera como “sem sentido”, afinal, também é uma consideração) e, portanto hoje publico nesta estréia de uma nova categoria de postagens uma de minhas favoritas; um smile atrás das grades. A qualidade da fotografia não é das melhores e me desculpo por isso, mas é uma fotografia de celular, ou seja, fiz o que deu no momento.
É uma foto que pode gerar muitas interpretações e não vou citar todas elas, pois, deixo aos meus leitores que suas imaginações os liderem por um passeio embasado nesta imagem! Num geral, a idéia mais simples que costumamos pensar é o paradoxo de estar preso e ainda assim sorrir... Seja por como aparentamos erroneamente o que sentimos e assim criamos um disfarce do que realmente sentimos ou como conseguimos sorrir apesar das barreiras que ao acreditar podemos superar... Prefiro pensar na segunda opção, uma vez que não acredito em limites, mas, como disse antes, caro leitor, deixo pra você pensar nisso!!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Mídias e paradoxos de conexão.

Pois bem, eu sei que ando deixando o blog um tanto defasado de atualizações, mas peço desculpas aos meus leitores e justifico com o fato de que vem me faltado tempo e aproveito para agradecer a paciência e inclusive as cobranças que às vezes recebo para atualizar o blog (fico muito contente com estas)!!

O tema de hoje eu já tinha em mente há um com tempo, mas a correria o deixou apenas à espera de um desenvolvimento que hoje, graças ao meu amigo Caio (obrigado!), decidi elaborar! Somo também a isso alguns fatores que venho vivenciando e agradeço às pessoas envolvidas nisso também!


O fato é que, olhe você, caro leitor à sua volta e perceba com quantas mídias você está interagindo no seu dia-a-dia! Mídias são nada mais que os meios pelos quais ocorre qualquer forma de comunicação, desde a mais primitiva fala à internet pela qual você lê este artigo; as mídias estão em todos os lugares mesmo, até porque se você tem o costume de assim como eu, por exemplo, ouvir musica ou rádio enquanto toma banho ou qualquer coisa semelhante, mesmo no banheiro você está ligado a uma mídia. Facilidades da vida moderna? Com certeza! A humanidade criou tantas mídias que distâncias tornaram-se mínimas, uma vez que você pode morar no Brasil, conversar no MSN com uma amiga na Itália, jogar um jogo em multiplayer com um americano e a noite se diverte com o vídeo de um japonês que fez algo maluco e muito interessante que só japoneses fazem! Distâncias não são mais barreiras e a globalização é algo cada vez mais banal, onde esse tipo de coisa não é mais exclusivo das classes altas. Obvio que infelizmente crianças famintas na África não se incluem ainda nesse quadro, até porque a alimentação é algo prioritário se comparado à internet para eles, mas isso seria outra discussão.
E o que ocorre com as gerações que nasceram nesse meio em que toda essa conectividade é tão comum? Isso pode dar em inúmeras reflexões, mas vamos a mais comum e motivo de reclamação de muitos; alienação. É comum às pessoas das gerações mais recentes ter sua vida social exclusiva à internet e fica claro que as mídias que são criadas para aproximar muitas vezes distanciam as pessoas... FATO! Mas, como prefiro fazer, evitando parcialidade, deixo um outro argumento; as pessoas podem sim se isolarem do mundo e as dificuldades que a vida social apresenta são um grande incentivo para isso, mas reconhecer que a melhor, mais antiga e geralmente mais a prova de falhas das mídias que existem é a fala; o contato humano que envolve ver a pessoa, dialogar, etc. Essa mídia não morre, independente de qualquer outra e creio também que a internet, por exemplo, também é outra mídia imortal (podendo ter suas alterações, obviamente). Dentre tantas mídias e possibilidades de se conectar com o mundo e as pessoas, é possível sim e é comum (sei que poderia ser em maior escala) que as pessoas sejam multi-mídia, relacionando-se com o mundo das várias formas que pode desfrutar!
Vão existir pessoas se alienando e utilizando meios que deveriam aproximar para distanciar? Sim, sempre! Se alguém pode fazer isso mesmo sem mídia alguma, com elas então nem se fala, mas não significa que devemos crer que vamos todos nos ligar a computadores e viver numa Matrix... Ou não? Provável (e espero) que não!
Considerando tudo isso, uma vez que você, caro leitor, teve nesta leitura uma reflexão sobre as mídias à sua volta que vão desde a conversa com sua família, o programa de TV que você assistiu, o telefone que você usou para contatar alguém distante, a internet que você usa neste momento para ler este artigo, veja que você não tem limites e aproveite disso, utilizando tanto das novas mídias quanto das antigas que se aperfeiçoaram! Viva o que todos os meios lhe permitem e não deixe que distâncias sejam barreiras, pois, quando vale a pena, nenhum caminho é longe o bastante que não possa ser percorrido e, nos dias de hoje a conexão ta beeem mais fácil, então, pensa nisso!!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Teoria da asfixia por leitura + Teoria do gato flutuante


Olá a todos os leitores deste meu blog! Sei que neste blog o assunto geral não é algo fixo, portanto tento variar um pouco e sei também que as teorias doidas fazem certo sucesso e, como ultimamente o tema tem sido muito centralizado em pensamentos e sentimentos, sei que eu estava devendo uma animada na coisa, então vamos lá!!
Eu estive pensando no que postar nesse gênero, mas admito que não estava em plenas idéias, até porque as teorias que eu tinha precisavam ser desenvolvidas antes de publicadas, então hoje em uma aula sobre leitura, expressão oral e etc., conversando com meu caro amigo Mendes, surgiu algo que decidi postar e ainda completar com um bônus um tanto famoso!
O fato é que, quando se lê um texto em voz alta, lendo para outra(s) pessoa(s), existem muitas técnicas que um orador deve conhecer, entre elas, fazer bom uso dos recursos do texto que se encontra na pontuação. Através de vírgulas e pontos, o texto ganha vida e tom, além do que nos é ensinado desde pequenos como os “intervalos para respirar”. Com base nisso, pense no que aconteceria se alguém pegasse um texto sem pontuação alguma e o lesse exatamente da forma que está escrito, sem intervalos nem nada? Será possível morrer de asfixia por falta e intervalos para respirar turante um texto? É um experimento e tanto e gostaria de colocá-lo à prova! Mais abaixo, redigi um texto sobre uma teoria já um tanto comum mundo a fora que é a do gato flutuante (que é o bônus do post de hoje), porém, o deixei sem pontuação alguma e, gostaria então que você, caro leitor, participasse do experimento de ler o texto na íntegra da forma que está escrito para saber se é possível morrer de falta de ar pela falta de pontuação! Um pouco sádico? Talvez... Mas pense que se você morrer foi por uma causa nobre (ciência), além de que, se meu blog cometer um homicídio em massa nesse experimento, isso provavelmente sairá nos jornais e nisso consigo pensar em mais dois aspectos positivos; seu nome sairá nos jornais e eu saberei com precisão quantas pessoas lêem meu blog! Tudo bem que terei de arrumar novos leitores, mas pensarei nos detalhes depois... Vamos ao teste!!!


Teoria do Gato Flutuante:

De acordo com a lei de Murphy quando um pão torrada biscoito ou qualquer semelhante tem em uma de suas duas superfícies algum tipo de complemento como a manteiga geléia algum tipo de pasta ou semelhantes equivalentes o mesmo pão torrada biscoito ou o que for se sob efeito da gravidade ir em direção ao chão com toda certeza irá atingir o mesmo caído com o lado que possuía seu complemento que pode ser a manteiga geléia pasta ou semelhante virado para o chão o mesmo se da com os gatos felis catus que em situação de queda caem em pé ambos os experimentos são diariamente comprovados pelas adversidades que a vida nos prega aos pães e semelhantes ou gatos portanto isso é fato analisando portanto essas verdadeiras regras da física encontramos um porém que se pode comparar a uma falha no sistema o gato flutuante o gato flutuante consiste em amarrar um gato que possui seu centro gravitacional nas patas ou seja terá suas patas atraídas para o chão a um pedaço de pão ou qualquer semelhante com uma de suas superfícies coberta de manteiga ou qualquer equivalente tendo seu centro gravitacional no lado coberto nas costas do gato o que acontece neste caso é que existirão dois pontos atraídos para o chão onde um anulará o outro e desta forma o gato devidamente amarrado ao pão ou semelhante conforme dito terá sua gravidade desativada e com isso o mesmo irá flutuar como que por mágica a ciência nos afirma por sua vez que isso é apenas resultado deste detalhe da física que costuma passar despercebido mas que após um grande esforço em escrever sem pontuação alguma e creia que isso me dói muito quero lhe agradecer por ter lido o texto inteiro e peço que comente caso tenha sobrevivido além de obviamente lhe pedir que pense nisso!

sábado, 5 de setembro de 2009

Mais palavras refelxivas...

Olá a todos, ou ao menos aos que por algum motivo ainda entram em meu blog desatualizado há meses. Mas o que são meses eu pergunto?! Um grande intervalo de tempo que nos testa as crenças ou apenas um intervalo para destruí-las? Eu sempre acreditei que o tempo é apenas uma ilusão de espaço, mas nem por isso ele deixa de ser complicado. Pode ser que valha a pena e pode ser que não! Pode ser que aprenderemos algo com ele e pode ser que não! Pode ser que o destino faça isso para nos preparar para um futuro (“após a tempestade vem a bonança”) ou pode ser que ele é apenas um humorista sádico que nos momentos ruins nos da caminhos piores para que um dia algo extremamente bom lhe aconteça para que então repentinamente isso lhe seja tirado, causando sofrimento igual ou maior.
Conversando com uma amiga minha, tentamos entender o porque sofremos tanto com coisas das quais sabemos os motivos e simplesmente não conseguimos mudar, a conclusão basicamente foi o fato de que somos o que somos! Todas as crenças que tenho eu não consigo evitar e os meus sonhos eu não consigo deixar de me importar e mesmo sabendo que não se importar torna tudo mais fácil, sei que não posso mudar! Não que seja impossível mudar quem somos, até porque somos feitos de cicatrizes, mas não devemos nos tornar apáticos, pois antes sofrer por ser quem somos que nos tornarmos mais um em meio à multidão.
O sofrimento é difícil? Sim! Mas ensina enquanto testa nossa resistência. Se o final disso tudo vai ser bom ou ruim? Não sei, afinal, são muitas as possibilidades, mas nunca deixarei de tentar e a qualquer reciprocidade que demonstre valer a pena, meus esforços não terão sido em vão, portanto, não mudo quem sou nem mudo minhas dores. Sou único em minha singularidade, fiel em minhas crenças, batalho ao que possa valer e sincero suficiente para dizer tudo o que sinto e devo, inclusive estas palavras que podem ou não lhes fazer sentido, então se fizer, pensa nisso!

Créditos a todos que me ajudaram nos momentos difíceis, não me abandonaram apesar de meus problemas (que esse ano ta difícil) e me incentivaram a voltar a escrever no blog. Daniel, Dih, Thamy, Lê, Ana, Mi, Mendes, Claus, Déia (me desculpe se esqueci de citar alguém)... Obrigado!